quinta-feira, 23 de outubro de 2014

É minha verdade...

Amar te é minha verdade...
Como corpos pisados por tanta pouca gente...
Simula me o teu amor...
Pára de lutar...
Suave...como me apaixono pelo teu piscar...
Como sempre te sonhei...
Tocam as trompetes das touradas...
E ouve-se o Luís Miguel...
Em suas baladas...tangos...boleros...e ou salsas...
Quero apagar a luz...apenas para pensar em ti...
E assim...resmirar minha imaginação...
Sem contras...
Meu coração chamar por ti...
Para ti...pode ser um detalhe insignificante...
Mas para um coração apaixonado...como este meu...
Escrevo...lembrando de nós dois juntos...passou tudo...
Noto que o Verão acabou...e no Outono estamos...
Mas o Inverno demora...e a Primavera não quero...
Onde foi que deixaste aquele perfume...que nas madrugadas...
De imenso suor...nos lençóis ficava...
Nunca mais...estaremos assim...
O dia corre...em seu transporte mundano...
Não conseguimos chegar a tempo...
A água corre...pedras desalinham se...
Riachos secam...como os corações...que jamais serão os mesmos...
Tempestades rogam pragas...entre tormentos...
Que enovelam os nossos destinos...
Já dizia o Luís...

"Seguia passo a passo...sem perder-te...
Acercaste te de mim...com o teu sorriso vago..."

Dizias que andavas "sozinha"...
Mas afinal nunca estavas...
E ao toque de uma campainha...alguém sempre contigo está...
Tocando te...num pequeno caminhar para trás...
Queria tanto comer te...de tua boca...
Beber de tua pele...
Sentir o fogo...que aspira meu ar...
Mas esta também...é só a minha verdade...

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